terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Castelo Montalegre... á noite

Olha que já que estávamos lá perto não íamos desperdiçar a oportunidade apesar do escuro e... do frio. 

O Diogo aguentou-se como um herói e divertiu-se imenso a explorar o castelo de lanterna na mão ou não fosse ele fanático por castelos desde que foi ao Marvão e brincalhão com lanternas.

O castelo recebeu a carta de Foral de D. Afonso III em 1270 e as obras continuaram pelos reinados seguintes. Este castelo significava a defesa das fronteiras e era parte do garante do independência de Portugal.

Durante a crise de 1383-1385 a vila e o seu castelo ficaram ao lado de D. Beatriz casada com o rei de Castela, o que significava perder a independência. Após a Batalha de Aljubarrota foi incorporado nas forças de de D. João I e depois entregue a D. Nuno Álvares Pereira.





7 de Dezembro de 2015


Tourém

Não sei como fomos lá parar mas sei que seguimos as indicações do GPS para ir para um qualquer outro local e ele levou-nos por ali entre estradas e estradinhas onde só se via: NÓS. 

Parecia que estávamos naquelas paisagens campestres inglesas, naquele clima húmido, meio cinzento e onde até as nuvens têm dúvidas se fazem chover ou não.

A aldeia de Tourém tem a particularidade de ser a única povoação portuguesa a norte da Serra do Gerês e fica no meio de duas aldeias espanholas. D. Sancho I entrega-lhe foral para vigilância fronteiriça no Castelo da Piconha. Como a defesa do sitio era primordial para toda a população de Tourém ( não só), a aldeia, manteve privilégios.










7 de Dezembro de 2015

Cabril

Em Cabril parámos para almoçar. Estão a ver aquela ponte? Ali existe um restaurante muito bom e muito, muito barato - paragem pobrigatória :P


7 de Dezembro de 2015

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Mosteiro Pitões das Júnias

Não se sabe ao certo quando foi fundado mas terá nascido no século IX quando os eremitas se estabeleceram na região de Pitões da Júnias.

Durante a Guerra da Restauração, um ataque do exército espanhol, acabou com um incêndio que deixou o mosteiro destruído. Após a sua recuperação no século XVIII acaba abandonado em 1834 com a extinção da ordens religiosas. Outro incêndio destrói-o e deixa apenas a igreja.

Chuviscava e eu pensava que íamos perder o dia e a viagem porque a ideia era não voltar onde já tínhamos ido independente do que teria acontecido, tantas voltas e contra voltas maçavam-nos e ao Diogo também, mesmo assim com a determinação do Luís lá fomos porque afinal se o Diogo tinha equipamento para a chuva tinha de o usar.

Quando lá chegámos temi que apesar da pouca chuvinha que caía não fossemos capazes de descer o caminho molhado e de pedras lisas, da estrada não se via o Mosteiro, não se via ninguém (salvo 2 espanholas que passaram por nós para se irem embora). Não se sabia o perigo que podia representar aquelas descida com o Diogo... 
- Vamos andar um pouco e logo se vê!!! - diz o Luís.

Ele foi na frente e eu calmamente caminhava com o Diogo de pulinho em pulinho, de pedrinha em pedrinha. Aquilo era giro para ele até á altura em vi a descida e lá ao fundo... nada, nem o Luís. 

Vi que as pedras não escorregavam mas mesmo assim ia escolhendo o caminho para ser fácil para o Diogo. A descida deve ter demorado tantas horas como a subida porque aquilo deve ter sido dos maiores divertimentos que ele teve, tal o tempo que demorou e o também o esforço que exigiu dele que adorou pular de pedra em pedra. 

Ao fundo o Luís chama, ainda temos muito para descer mas tempo não falta e o pior é se começar a cair uma valente "carga de água". Tivemos sorte e o Diogo divertiu-se imenso nas poças junto ao Mosteiro, no Mosteiro e na ponte de onde se ouvia a água gritar de tão forte que era a corrente. Foi complicado conseguir tirá-lo de um sitio tão simples mas com tantas coisas divertidas para ele fazer - pular na água, pular na água, pular na água!!! 







7 de Dezembro de 2015



A Conversa com os Burros

Depois de Fojo dos Lobos fizemos uma paragem maravilhosamente imprevista... não sei onde mas acredito que os burros nunca mais se vão esquecer das conversas que tiveram com o Diogo. Mal o virão vieram logo ao seu encontro e depois foi ali uma amena "cavaqueira" que nem dava para acreditar.

Mais tarde tirámos o Diogo do carro para ele ver passar um pastor com as suas ovelhas e vacas - ficaram assim... ao mesmo nível ou muuuiiiittttoooooooo acima. Aquilo foi a loucura, ele estava mais que deliciado.





7 de Dezembro de 2015

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Fojo dos Lobos

Segundo dia nestas nossas férias e o tempo continua do nosso lado. Pegando nas indicações  do Parque Nacional da Peneda Geres para percursos para automóvel hoje é dia de andarmos por Terras de Montalegre e calha começar por Fojo dos Lobos ou calhava porque quando lá chegámos reparámos que além de isolado aquilo não é caminho para se andar com uma criança de 3 anos.

Fiquei um bocado desiludida porque o Fojo dos Lobos é dos locais mais bem preservados que retrata a "luta" que existia entre o homem e os lobos com os seus famosos locais de "espera". Estas "esperas"  ou fojos eram armadilhas construídas pelo homem para atrair e matar o lobo ibérico.

Deixámos o Diogo estudar um bocado a paisagens com a novo brinquedo dele mas a atenção rapidamente dispersou para outras coisas muito mais interessantes que uns binóculos: um tanque cheio de água e um pau.

E por ali ficámos um bocado a desfrutar da calma e do muito divertido e compenetrado filhote.





7 de Dezembro de 2015